sábado, 31 de agosto de 2019

RESUMO II PARA O III SALÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO IFRS




OLIVEIRA, Tatiane Bueno de*2; CASSOL, Carla3; LOVATEL, Jaqueline4; ZIMMERMANN, Thalita Gabriela5

1Parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Campus Vacaria.
*autor para correspondência: tatynhabueno@hotmail.com
2Aluna de graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas; Bolsista PIBID-CAPES.
4,5Colaborador: thalita.zimmermann@vacaria.ifrs.edu.br

1.   Introdução
         O Programa Institucional de Iniciação a Docência-PIBID tem como um dos seus objetivos oportunizar seus bolsistas a experiência em sala de aula, com ações metodologias e práticas que elevem a qualidade de ensino no Brasil em escolas públicas de Educação Básica. Segundo CHARLOT (2005, p.41) (...) compreender como o sujeito categoriza, organiza seu mundo, como ele dá sentido à sua experiência e especialmente à sua experiência escolar (...).
A crosta terrestre e o manto da Terra são formados por rochas. Estas são um conjunto de minerais que formam a litosfera. Existem diferentes tipos de minerais e cada mineral possui suas propriedades particulares. Através do conhecimento das formações diferentes das rochas, conseguimos classifica-las em  modalidades diferentes. Com base neste conteúdo foi realizado com a turma do 6 A da Escola Municipal Dom Henrique Gelain, Vacaria-RS, a apresentação dos diferentes tipos de rochas existentes através da construção de uma coletânea de exemplares delas com suas classificações, e a confecção de vulcões pelos estudantes.

2.   Material e Métodos
         Este trabalho foi realizado em dois momentos: Primeiro momento foi a uma aula expositiva com a apresentação dos diferentes tipos de rochas e como foram formadas, ilustrando com os exemplares (rochas). O Segundo momento foi a apresentação de vulcões feitos pelos alunos em casa, para explicar como surgiu as primeiras rochas, logo após foi realizado a construção com os eles da coletânea de exemplares de rochas, levando em consideração a sua classificação: Magmáticas/Ígneas, metamórficas e sedimentares, foram ao total 18 rochas classificadas conforme sua formação.
                                                          
3.   Resultados e Discussão
          A maquete de vulcão não só possibilitou a visualização, de como ocorre o derramamento de lava sobre a superfície terrestre, depois de expelida e solidificada gerando rochas magmáticas/ ígneas sobre a superfície terrestre, como explorou as habilidades na confecção dos mesmos, a desenvoltura e oralidade na apresentação para a turma desde o tipo de material utilizado como o experimento químico para fazer a erupção (Figura 1). As diversas rochas apresentadas despertaram curiosidade nos alunos, pois apresentou um grande apelo visual e prático.  Esta interação com o material estudado gerou animação e interatividade, demostrando que esse método é eficaz no processo de aprendizagem o qual resultou evidência na classificação realizada pelos próprios alunos atingindo o objetivo (Figura 2).


Figura 1

 Alunos apresentando suas maquetes de vulcões
Fonte: OLIVEIRA,2019.
Figura 2
Coletânea de exemplares de rochas montada pelos alunos.
5.   Conclusão ou Considerações finais

          Este tipo de atividade contribuiu para melhor compreensão do conteúdo relacionado levando os alunos a terem contato com o mesmo, despertando assim o interesse deles e refletindo na qualidade de ensino, onde a construção dessa coletânea se transformou numa ferramenta de ensino pedagógico. Diante das maquetes de vulcões apresentadas pelos alunos, além do apelo visual e prático, mostrou que esse tipo de atividade incentiva a participação, estimula o diálogo, desenvolve a oralidade e promove questionamentos e assim multiplica o conhecimento. Para os conteúdos de ciências é fundamental o uso dessas ferramentas que facilita a assimilação e aprendizagem dos estudantes, sendo notório o envolvimento na aula.

Referências
CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, p.41, 2005.

TEIXEIRA, Wilson. FAIRCHILD, Thomas Rich. TOLEDO, M. Cristina Motta de. TAIOLI, Fabio. Decifrando a Terra – 2a edição. Companhia Editora Nacional. São Paulo. 2009.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2012.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.



sexta-feira, 30 de agosto de 2019

RESUMO I- PARA O III SALÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO IFRS-VACARIA



OLIVEIRA, Tatiane Bueno de*2; CASSOL, Carla3; ABREU, Jaqueline4; ZIMMERMANN, Thalita Gabriela5.

1Parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Campus Vacaria.
*autor para correspondência: tatynhabueno@hotmail.com
2Aluno de graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas; Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-CAPES.
4,5 Colaborador: thalita.zimmermann@vacaria.ifrs.edu.br


1.   Introdução:
              A educação básica brasileira é direito universal, porém nem todos se apropriam disso e atualmente o maior desafio para a nossa educação é estimular os alunos com os conteúdos programáticos. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência-PIBID oportuniza a integração de futuros licenciados a desenvolver através de experiências metodológicas e práticas uma aprendizagem inovadora, despertando no aluno o interesse pelos estudos e melhorando a qualidade de ensino. O homem provoca diariamente vários problemas ambientais, comprometendo assim todos os organismos e seus recursos. O conhecimento dessa realidade e as ações para diminuí-las ou evitá-las são de extrema importância para a conservação do meio ambiente. Nesse contexto fomos desafiados a exercer aulas com atividades que envolvessem os alunos, promovendo a mobilização com ações de conservação e preservação, onde também foi proposta uma atividade em comum para todas as turmas dos bolsistas: a confecção de sacolas ecológica.  Foi realizado com a turma do 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Henrique Gelain, Vacaria-RS, uma Olímpiada Ecológica com jogos e atividades relacionadas com o meio ambiente. De acordo com KISHIMOTO (2008, p.25), “O uso de brinquedo/jogo educativo com fins pedagógicos remete-nos para a relevância desse instrumento para situações de ensino-aprendizagem...”.
           O objetivo geral consiste no aluno conhecer e respeitar o meio ambiente e suas interações ecológicas com os diversos fatores existentes, compreendendo que os problemas ambientais são ocasionados por atividades humanas.

2.   Material e Métodos
             A olimpíada ecológica consistiu em seis períodos aulas, os alunos assistiram o documentário “Ilha das Flores”, logo realizamos um sorteio na turma com vinte integrantes, onde foram separadas em quatro equipes, sendo elas: água, fauna, flora e solo. A primeira atividade foi o Jogo da Reciclagem, para separar o lixo nas cores da coleta seletiva, sendo a cor Azul- para papéis, a cor verde para vidro, a vermelho para plástico, a amarela para metal e para os resíduos orgânicos a cor marrom. Todos os integrantes de cada grupo participaram, onde um por vez pegava uma das imagens e colocava na cor correspondente para o descarte correto. Foi entregue aos alunos uma folha contendo a música da Turma da Mônica “É Preciso Reciclar”, lida e colada em seus cadernos.
           Para abordar o tema da água, foi realizada a leitura de um texto sobre fontes de poluição da água, assim realizado a atividade “Interligando e Interagindo com a Água”, onde no quadro negro após a palavra inicial “Água”, cada integrante de cada grupo, colocou outra palavra que relacionava com a água, e assim sucessivamente, para mostrar as interações e ligações dependentes deste recurso. Depois foi feito a leitura de maneiras a serem praticadas preservando o meio ambiente. Em seguida foi jogado o “Jogo da Redução”, contendo dicas, perguntas e frases valendo os pontos contidos nelas, os alunos de cada grupo as responderam.
            No Jogo do “Certo X Errado”, foram distribuídas folhas de ofício para cada grupo fazer a colagem das imagens em seus respectivos locais, sendo “Certo” para o que deveria acontecer e “Errado” para o que não deveria acontecer no meio ambiente. Logo foi entregue aos alunos a atividade sobre a relação dos seres vivos e também uma imagem sobre os níveis de organização dos seres vivos, a qual auxiliou para a atividade “Cada um em seu lugar”, onde cada grupo recebeu folhas de ofício e imagens diversas, eles colaram e relacionaram-nas com seus respectivos locais de organização à qual pertencem. Eles separaram como indivíduos/organismo, população, comunidade, ecossistema e também níveis tróficos: produtores, consumidores e compositores. Após o término desta, os grupos se enfrentaram no Jogo “Agente construtor”, sendo um jogo de formar trincas, as trincas corretas tinham um agente natural, um agente causador e um agente preservador. Por último, os alunos confeccionaram sacolas ecológicas com uso de camisetas usadas. Após a conclusão de todas as atividades, todos os integrantes dos quatro grupos formados para Olimpíada Ecológica ganharam uma medalha feita com material reciclável.

3.   Resultados e Discussão
             Todas as equipes foram ganhadoras (Figura 1), pois obtiveram os mesmos pontos, ou seja, os alunos mostraram o conhecimento dos conteúdos propostos conduzidos com a participação e envolvimento das atividades ativamente.
Ao final de cada atividade eles mostravam compreensão sobre a manutenção, conservação e preservação do meio ambiente, atingindo o objetivo geral.
A confecção das sacolas ecológicas foi realizada com todas as turmas dos bolsistas do PIBID na escola, todos mostraram habilidades para confecção e reduzindo a geração de resíduos sólidos (sacolas plásticas), reutilizando materiais e preservando o meio ambiente.
Figura 1
Entrega das medalhas aos alunos da Olimpíada Ecológica.
Fonte: OLIVEIRA, 2019.

4.   Conclusão ou Considerações finais
           Com essas atividades integrativas, os estudantes conseguiram compreender facilmente os conteúdos e relacioná-los, este fator mostrou que também as atividades práticas são ferramentas propulsoras de conhecimento, onde os alunos são estimulados, despertando o interesse e a curiosidade de forma participativa. Conclui-se que o uso de jogos didáticos abordam conteúdos de diversas formas, trazendo resultados satisfatórios e só foi possível graças à oportunidade que o PIBID nos confere, à participação e colaboração dos alunos. Além de promover a socialização e sensibilização dos nossos atos, colaborou para revisão dos conteúdos.
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Referências
FURTADO, Jorge. Documentária “ILHA DAS FLORES” dur, 00:10:28 min. Porto Alegre: sp: sd, 1989. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=527&v=KAzhAXjUG28 Acesso dia 31 de Maio de 2019.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e educação. 8ª ed. São Paulo: Cortez, p.25, 2008.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.