quarta-feira, 31 de julho de 2019
sábado, 27 de julho de 2019
RESUMO DOS ARTIGOS 2, 9, 12 E 34 DO LIVRO PRÁTICAS EDUCACIONAIS
Resumo
do artigo nº 2 do livro Práticas Educacionais “Revitalização do Ambiente
escolar: uma ação do PIBID” por Camila Richter.
Este artigo relata a prática dos bolsistas do
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). São alunos de
licenciatura de diversas áreas como: Biologia, Física e Química da Universidade
Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus de
Cerro Largo- RS. Esta prática envolve alunos do 6º ao 9º ano da Escola
Fundamental Sargento Silvio Delmar Hollenbach, onde o foco é a Educação
Ambiental, ressaltando a preservação e motivando os alunos a gostarem do
ambiente escolar conscientizando com o tema: Qualidade de Vida e Revitalização
do Espaço Escolar.
Para isso acontecer, foram realizadas várias etapas
que vão desde o planejamento, organização e procedimentos adequados para cada
série.
O objetivo principal é a valorização do ambiente
escolar, aumentando o gosto e a conservação do mesmo, tornando mais atrativo
para os alunos e estimulando-os a estarem nela, tornando-os agentes ativos
promovendo a sustentabilidade, formando cidadãos conscientes.
O desenvolvimento das atividades envolveu a
integração de todos, desde os bolsistas, alunos, professores e direção da
escola, com um diálogo sobre a importância de cuidar de si e do meio ambiente,
promovendo assim a educação ambiental. Foi realizado de forma interdisciplinar,
através de uma sequência de etapas.
Para saber os conhecimentos prévios dos alunos, foi
feito uma dinâmica com palavras relacionadas sobre os conteúdos abordados para
as problemáticas ambientais. Por sequência foram dadas aulas expositivas
dialógicas sobre o lixo, desde a geração dos resíduos sólidos até a
decomposição, sensibilizando-os como as práticas do cotidiano podem causar
problemas ambientais. Para isso sintetizar eles confeccionaram cartazes
informativos sobre isso.
Foi construído um local para realização de
compostagem, utilizando canos de PVC, fixados numa das paredes da escola,
auxiliando assim a preparação do húmus, utilizados posteriormente na horta
escolar, construída por eles e plantadas verduras e legumes.
No entorno da escola foi feito o plantio de árvores
frutíferas e nativas, tendo cuidado com alguns locais, como a quadra esportiva.
Em pneus velhos descartados pela comunidade, após a
limpeza e pintura, neles foi plantado flores, os quais ficaram no Jardim da
Escola.
Para a estética foi feito a lavagem dos muros e da
quadra esportiva da escola.
Após dessas atividades, foi realizado a socialização
dos alunos, onde apresentaram seus cartazes, debateram sobre os temas e foi
exibido o documentário “Ilha das Flores” como sensibilização do conhecimento e
fazendo-os refletir.
O projeto foi realizado com êxito por parte dos
alunos, que desenvolveram as atividades propostas, os que mais se sobressaíram
foram os alunos do 6º ano,
diferente dos professores, que tiveram certa resistência devido às temáticas
escolhidas.
Este projeto aconteceu em 2015 e até hoje existem ainda
atividades para mantê-lo e isso mostra que a participação dos alunos ativamente
estimula- os não só no conhecimento, mas como cidadãos conscientes.
A escola não se limita apenas a sala de aula para os
alunos, o espaço físico é o primeiro contato, onde é feito as primeiras
relações, por isso deve ser acolhedor, este projeto proporcionou a contribuição
de conhecimento e prática não só para os alunos, mas para os que se inserem
nesta comunidade.
Resumo
do artigo nº 9 do livro Práticas Educacionais “O Processo da Compostagem Aliado
a Prática de Ensino” por Jaqueline Vanise Ruwer Vogt.
Este projeto trabalho
teve o intuito de trazer a problemática gerada pelo descarte inadequado do
lixo, promovendo a reflexão de como isso interfere no meio ambiente e que não é
algo contemporâneo.
Com alunos do 6º ano de uma escola municipal de São Paulo das
Missões-RS, foi realizado uma prática com compostagem. Primeiramente eles
observaram como acontecem os processos de decomposição dos resíduos orgânicos,
onde participaram e puderam levar essa ideia para ser utilizada no ambiente
familiar. Eles foram orientados e sensibilizados com questões ambientais e a
necessidade de preservação do meio ambiente.
Em
sala de aula foi debatido com bases estatístico de produção e destinos finais
do lixo no Brasil, eles analisaram o seu cotidiano e os ambientes em que
convivem, promovendo uma reflexão e um senso crítico sobre isso, pois não é
iniciativa de políticas públicas e sim de todos. Durante a aula sobre como é
realizado o tratamento orgânico é que surgiu trabalhar com compostagem. Foi
realizado um conhecimento prévio com os alunos sobre o que é lixo e
compostagem, foram diversas resposta, então foi elaborado um conceito para
diferenciar lixo de resíduos. Após, foi pego da cozinha da escola restos
orgânicos, para realizarem o processo de compostagem.
Em
duas camadas intercalando com resíduo úmido e folhas secas, a maioria dos
alunos participou para a construção da composteira, colocaram telhas para
cobri-la e evitar acúmulo de água. Também com a utilização de um termômetro foi
realizada a amostragem da temperatura e com o apalpamento com a mão a umidade.
Outro fator importante foi colocado junto com a matéria orgânica, um pedaço de
plástico, para observarem a decomposição do mesmo e do resíduo orgânico.
Durante um mês, a cada três dias eram revolvido o composto e analisado a
temperatura e umidade. No decorrer, por haver muita umidade, surgiram larvas e
moscas, tendo assim que colocar mais folhas secas, no composto a ser utilizado
na horta e jardim da escola.
A
compostagem além de ser uma ferramenta de atividade prática para educação
ambiental serve para viabilizar a destinação correta de resíduos orgânicos e
utilização do seu composto para adubação, dando uma qualidade para o solo,
também reduzindo assim o uso de fertilizantes, diminuindo impactos ambientais e
custos financeiros.
Esta prática auxiliou os estudantes a fazerem
conexão com o conteúdo, trabalhando em equipe, desenvolvendo a sensibilização e
valorização do meio ambiente através dos atos praticados desde a geração do
lixo.
Para
um professor de ciências, as aulas práticas são essenciais, para além de
abordar conteúdos, desenvolver a construção do conhecimento, incentivando os
alunos a não só observar, mas interagir com o meio ambiente e assim ter uma
melhor visão, transformando em cidadãos preservadores dele.
A
problemática do descarte incorreto do lixo, afeta o meio ambiente, desde a
poluição e diminuição dos recursos naturais. Esta prática proporcionou além de
conhecimento, a consciência, motivação que leva a atitudes melhores para a
cidadania. Podendo ser feita e abordada em outros contextos.
Resumo
do artigo nº 12 do livro Práticas Educacionais “Relações Ecológicas: quebrando
as barreiras da sala de aula” por Marcelo Nunes Schneider.
Este trabalho visa à
compreensão sobre as relações ecológicas, diferenciando-as em harmônicas e desarmônicas
com uma saída de campo, tendo assim uma visão mais ampla usando exemplos
ocorridos próximos aos alunos, os quais não sabiam que tipo de relações era.
Foram três aulas para os
estudantes do 6º ano de uma escola da rede pública do município de Cerro Largo-
RS, que engloba alunos da cidade e das localidades próximas.
Na primeira aula foram dadas as teorias e os
conceitos, mediados por slides que continhas imagens para identificação das
relações, também foi utilizado o livro para realizarem uma atividade de
classificação e determinando assim qual relação ecológica, citandos exemplos. A
saída de campo se deu na segunda aula, onde os alunos percorreram os arredores
da escola até uma praça, onde nesse percurso eles tinham que identificar e classificar
as relações diferentes que encontravam e assim conseguiram observar as que eram
harmônicas ou desarmônicas, vendo assim quem se beneficiava ou não. A partir
disso os alunos comentaram de exemplos que aconteciam em suas casas, então
surgiu que para terceira aula que eles teriam que trazer esses exemplos através
de registros de fotos o que não observaram na saída de campo e era comum em
suas residências. Na terceira aula os estudantes mostraram aos colegas as fotos
registradas através da data show explicando as relações contidas nelas.
O autor fala que com a
prática os alunos tiveram maior compreensão do conteúdo, mostraram maior
facilidade com o aprendizado, e estavam motivados e envolvidos com a atividade.
Na última aula ficou evidente a assimilação do conteúdo, concluindo que a associação
da prática, com exemplos do nosso cotidiano é uma das ferramentas essências no
processo de construção da aprendizagem e também salienta que o PIBID
proporciona essa metodologia de aprendizagem, onde pode colocar diversas
práticas para o auxílio não só dos professores bolsistas, mas principalmente
para os alunos, dando a eles uma forma “experiente” de aprender.
Resumo
do artigo nº 34 do livro Práticas Educacionais “Um Pedaço da Natureza dentro da
Sala de Aula” por Álvaro Kuhn de Oliveira.
Este foi um trabalho
realizado pelo Projeto Interdisciplinar (PI), com alunos do 1° e 2° ano do Ensino Médio Politécnico, eles foram
reunidos em uma turma multiserriada e fizeram uma montagem de um terrário
(ambiente em microescala). É uma escola em que os professores visam a práticas
em suas aulas.
Muitos
alunos não sabem o que é um terrário, como fazê-lo e para que sirva, entre
outros assuntos relevantes, por isso foi feito perguntas, pois para a montagem
do mesmo, ele tem que ter o conhecimento do que acontece dentro dele como o
ciclo da água, luz entre outros fatores. Observou-se que muitos não respondiam
por não se lembrar do conteúdo, ou por não tê-lo aprendido.
Esta
atividade envolve a ecologia e para isso os alunos precisam do entendimento de
alguns conceitos principais, para poderem entender o que deverá acontecer e ser
observado em um terrário.
Primeiramente
foram dados os conceitos ecológicos, com auxilio de fotos, imagens e tabelas,
para melhor assimilação dos conceitos que os livros trazem, pois é de extrema
importância saber o que é habitat, nichos ecológicos, etc., Também foi explicado
aos estudantes como seriam os procedimentos para realizar a atividade, foi
entregue um roteiro com os materiais necessários e eles foram separados em
grupos (cinco) para o desenvolvimento da mesma.
No
quadro foi desenhado um mapa conceitual abordando o que eles precisavam saber,
as palavras chaves foram sendo introduzidas, perguntadas e respondidas. Muitos
alunos participaram não só com a observação, mas com a indagação de como fazer
e o porquê de fazer. Outro fator importante foi a participação da professora,
que estava sempre atenta, fazia perguntas e auxiliava o autor quando necessário.
Para
a montagem do terrário foi utilizado por cada aluno um recipiente de garrafa
PET de 2 Litros, cortada abaixo do gargalo, e com a medição de dois dedos, foi depositado
nele: brita carvão moído. Depois com a medição de cinco dedos de terra, logo foram
plantadas suculentas, musgos, samambaias e pequenas espadas de São Jorge. Como
material biológico foi utilizado folhas trituradas e por fim uma quantidade de
água pra poderem observar o ciclo da água dentro do recipiente.
Após
uma semana de adaptação e realização de atividades funcionais da planta, todos
os recipientes foram selados e enumerados, eles foram deixados no laboratório
da escola, e os alunos os observaram a cada semana, fazendo as anotações das
mudanças ocorridas neste período, o ciclo da água e a temperatura entre 18º C à
20º C. Sendo que um dos terrários na segunda semana apresentou mosquitos, onde
os alunos ficaram perplexos, como em um ambiente fechado eles estavam ali.
Através desta e de outras indagações as aulas foram participativas com os
resultados obtidos através de seus relatórios. E no final de cada aula era dada
aos estudantes uma atividade onde eles relatavam de como se sentiam fazendo
esta atividade, o que esperavam assim o autor tinha uma prévia do que precisaria
trabalhar na aula seguinte, como também o aprendizado que eles vinham tendo
através desta prática.
A
interação entre o professor e os alunos deu maior satisfação no resultado deste
trabalho, os alunos assimilaram o conteúdo com êxito, utilizaram um dos espaços
oferecidos pela escola (laboratório), mas o autor enfatiza que poderia ter
explorado mais a prática utilizando recursos, como as árvores do pátio da
escola, para explicar os conceitos de ecologia, facilitando a aprendizagem.
REFERÊNCIAS:
OLIVEIRA, A.K. UM PEDAÇO DA NATUREZA DENTRO AS SALA DE AULA, In: Paula
Vanessa Bervian; Rosangela Inês Matos Uhmann; Rosemar Ayres dos santos; (Org).
Práticas Educativas em Ensino de Ciências: relatos de experiências. Ed. Bagé: FAITH,
2017, v.1, p.233-240.
RICTHER, C. REVITALIZAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR: UMA AÇÃO
DO PIBID In: Paula Vanessa Bervian; Rosangela Inês Matos Uhmann; Rosemar Ayres
dos santos; (Org). Práticas Educativas em Ensino de Ciências: relatos de
experiências. Ed. Bagé: FAITH, 2017, v.1, p.20-27.
SCHNEIDER, M.N. RELAÇÕES ECOLÓGICAS: QUEBRANDO AS
BARREIRAS DA SALA DE AULA In: Paula Vanessa Bervian; Rosangela Inês Matos
Uhmann; Rosemar Ayres dos santos; (Org). Práticas Educativas em Ensino de
Ciências: relatos de experiências. Ed. Bagé: FAITH, 2017, v.1, p.84-88.
VOGT, J.V. R O PROCESSO DE COMPOSTAGEM ALIADO A PRÁTICA
DE ENSINO In: Paula Vanessa Bervian; Rosangela Inês Matos Uhmann; Rosemar Ayres
dos santos; (Org). Práticas Educativas em Ensino de Ciências: relatos de
experiências. Ed. Bagé: FAITH, 2017, v.1, p.67-71.
sábado, 6 de julho de 2019
RELATÓRIO DAS AULAS DO MEIO AMBIENTE
ESCOLA Municipal de Ensino fundamental Dom Henrique
Gelain
PROFESSORA SUPERVISORA: Carla Cassol
SÉRIE: 6º Ano
DATA: 06/06/2019 à 28/06/2019
HORÁRIO: Segunda-feira no 3º período (09h15min às 10h) e Sexta-feira
2º e 3º Período (08h30min às 10:00h).
BOLSISTA: Tatiane
Bueno.
PLANO
MEIO AMBIENTE
Olimpíada
Ecológica
Atividade: Aplicação do plano de aula
sobre o meio ambiente com atividades lúdicas para os alunos.
Conteúdo:
As
ações inadequadas do homem em relação ao meio em que vive, desencadeia uma
série de desequilíbrios ambientais e limitando nossos recursos naturais. Promover
a mobilização para ações de conservação e preservação do meio ambiente através
de atividades que relacionem as interações ecológicas e como as atitudes do
homem interferem em sua manutenção.
Serão trabalhadas nas atividades:
-A importância do nosso recurso natural da água, a
sobrevivência dos seres vivos depende da disponibilidade da mesma, evitando o
desperdício e sua poluição.
-Os 3 R da sustentabilidade: reduzindo a geração de
resíduos sólidos, reciclando materiais e reutilizando-os de outra maneira.
-Separação adequada do descarte correto dos resíduos
sólidos, reforçando nossa responsabilidade desde a geração deles até o descarte
final.
-As interações ecológicas, níveis tróficos, e
componentes do ecossistema.
- Tipos de poluição e destruição do meio ambiente,
que afetam a água, fauna, flora, solo, ar.
-Produção de material reutilizável: sacolas ecológicas
com camisetas.
Objetivos:
Conhecer e respeitar o meio ambiente e suas
interações ecológica com os diversos fatores existentes.
Específicos:
Reconhecer atitudes
adequadas e inadequadas para o meio ambiente;
- Reforçar
conhecimentos adquiridos em sala de aula;
- Sensibilizar a
importância do equilíbrio ecológico;
- Valorizar a manutenção
ecológica relacionada a todos os seres;
- Internalizar a criticidade;
-Compreender que as ações do homem afetam
diretamente o ecossistema.
- Participar e socializar;
- Trabalhar em equipe.
Recursos
didáticos: Quadro, giz, folhas de ofício, canetão, gravuras,
materiais recicláveis, Xerox, camisetas.
Metodologia:
07/06/2019 – Para
mobilização inicial os alunos assistiram o documentário “Ilha das Flores”, os quais
ficaram impactados com as imagens e o descaso abordado no vídeo.
Na
volta para a sala de aula, foi passado aos alunos as atividades que envolveriam
o mês de Junho do ano de 2019, promovendo o meio ambiente com uma Olimpíada
Ecológica. Foi realizado um sorteio para os 20 alunos da turma, separando-os em
grupos para as atividades desenvolvidas durante a Olímpiada. Os grupos foram nomeados:
Água, Fauna, Flora e Solo, com cinco integrantes em cada um.
A primeira atividade desenvolvida foi o
Jogo da Reciclagem- Onde
para ajudar a separar o lixo, as cores da coleta seletiva auxiliaram os
integrantes: Sendo a cor Azul- para papeis, a cor verde para vidro, a vermelho
para plástico, a amarela para metal e para os resíduos orgânicos a cor marrom.
Todos os integrantes de cada grupo participaram, onde um por vez pegava uma das
imagens (Figura 1) e colocava na cor correspondente para o descarte correto. Cada
acerto valeu 10 pontos.
Para a finalização da aula foi entregue aos
alunos uma folha contendo a música da Turma da Mônica (Figura 2) “É Preciso
Reciclar”, lida e colada em seus cadernos.
10/06/2019
Para abordar o tema da
água, foi realizada a leitura de um texto sobre fontes de poluição da água
(Figura 3), entregue aos alunos uma cópia para colagem no caderno. Após foi
realizado a atividade Interligando e Interagindo com a água, onde no
quadro negro após a palavra inicial “Água”, cada integrante de cada grupo (Figura
4), colocou outra palavra que relacionava com a água, e assim sucessivamente,
para mostrar as interações e ligações dependentes deste recurso. A atividade
foi finalizada quando acabou o período.
24/06/2019
A aula iniciou com a leitura (Figura 5) de
algumas maneiras a serem praticadas preservando o meio ambiente (Figura 6). Após
foi realizado o Jogo da Redução, contendo dicas, perguntas e frases valendo os pontos
contidos nelas (Figura 7), os alunos de cada grupo responderam conforme as
respostas aceitas (Figura 8).
Outra atividade desenvolvida foi o Jogo do
Certo X Errado, foram distribuídas folhas de ofício para cada grupo entregar a
colagem das imagens (Figura 9) em seus respectivos locais, sendo “Certo” para o
que deveria acontecer e “Errado” para o que não deveria acontecer no ambiente
(Figura 10). Após foi entregue aos alunos a atividade sobre a relação dos seres
vivos (Figura 11), os quais responderam e depois corrigidas colaram em seus
cadernos. Também foi entregue uma imagem sobre os níveis de organização dos
seres vivos (Figura 12), que foi utilizada na aula seguinte.
28/06/2019
A aula iniciou com a
retomada da imagem sobre a organização dos seres vivos, entregues na última
aula, a qual auxiliou para a atividade “Cada um em seu lugar”, onde cada grupo
recebeu folhas de ofício e imagens diversas (Figura 13), eles colaram e relacionaram-nas
com seus respectivos locais de organização à qual pertencem. Eles
separaram como indivíduos (organismos), população, comunidade, ecossistema e
também níveis tróficos: produtores, consumidores e compositores. Logo após o
término desta atividade, os grupos se enfrentaram no Jogo “Agente construtor”,
sendo um jogo de formar trincas, as trincas corretas tinham um agente natural,
um agente causador e um agente preservador (Figura 14). Como atividade final
foi realizada a confecção de sacolas ecológicas com uso de camisetas usadas
(Figura 15). Após a conclusão de todas as atividades, todos os integrantes dos
quatro grupos formados para Olimpíada Ecológica ganharam uma medalha feita com
material reciclável (Figura 16).
Análise
dos resultados
As atividades envolvidas neste mês trabalharam com
os conhecimentos adquiridos anteriormente em sala de aula, enfatizando a
preservação e conservação do nosso meio ambiente, mostrando que todas as causas
de desequilíbrios ambientais são ocasionadas pelo homem, ou seja, dependem de
cada um para não destruirmos nosso ambiente.
Pelo tempo proposto não foi possível realizar a
atividades “Asas à preservação”, que seria a confecção de jogos e utensílios
através de materiais recicláveis.
A atividade da confecção de sacolas foi realizada
com todas as turmas dos bolsistas do PIBID na escola, onde todos mostraram
habilidades diferenciadas para confecção e sendo valorizado por além de ser algo
conservador foi algo realizado socialmente e em conjunto.
O desenvolvimento da Olimpíada Ecológica só foi
possível graças à participação e colaboração dos alunos. Além de promover a
socialização e sensibilização dos nossos atos, colaborou para revisão dos
conteúdos.
PONTOS NEGATIVOS: Falta de tempo
disponível para conclusão de todas as atividades propostas inicialmente,
conforme o 2º paragrafo da Análise dos resultados, não foi conseguido fazer a
última atividade “Asas à conservação” que seria a fabricação de jogos e
utensílios através de materiais recicláveis.
PONTOS POSITIVOS: Participação e
colaboração de todos os alunos nas atividades propostas, conforme o relato do
1º e último parágrafo da Análise dos resultados, por possuírem conhecimentos
prévios (servindo também como revisão destes conteúdos), de assuntos que eu
mesma já trabalhei com eles neste semestre, os alunos não tiveram dificuldades
no desenvolvimento das mesmas, pelo o contrário, conseguiram promover todas
elas e mostrando entendimentos das consequências dos atos antropológicos.
A realização da Olimpíada foi superior ao
que eu tinha estimado, pois consegui a participação ativamente de toda a turma
em vários momentos, onde a observação, questionamentos e açõeas para a
preservação do nosso meio ambiente. Esta atividade primeiramente contribuiu
para a formação de cidadãos preservadores do meio ambiente, sociáveis (através
dos jogos, aprendem a ganhar e a perder), sabendo posicionar suas opiniões,
refletindo assim a cidadania no ambiente escolar, motivando os alunos em práticas
e ações ecológicas que a escola pode promover, pois a escola tem uma função social,
servindo de mediação para a construção de alternativas e questões sociais.
A
confecção das sacolas ecológicas, além de mostrar as habilidades e diferencias
de cada aluno, contribui para uma atividade conjunta em todas as turmas da
Escola. Porém acredito que para melhor desenvolvimento da confecção delas pelos
alunos, deveríamos ter disponibilidade de mais tempo, pois essa dificuldade não
senti só no meu relato como nos demais alunos do PIBID e também no meu ponto de
vista foi destacado a fabricação das
sacolas e sua customização do que o objetivo principal que era um dos meios de
conservação do meio ambiente, reduzindo assim o resíduo gerado pela sacola
plástica. Senti falta dessa discussão em todos os relatos até mesmo no meu.
Anexos:
Figura 1-
Imagens utilizadas para a separação dos resíduos do Jogo da Reciclagem.
Figura 2- Letra da Música Preciso “É Reciclar”.
Figura
3- Texto sobre fontes de poluição da água.
Figura
4- Aluna Vitória realizando a atividade Interligando e Interagindo com a água.
Figura 5- Leitura para os alunos
de maneiras de preservar e conservar o meio ambiente.
Figura 6- Maneiras de preservação
e conservação.
Figura
7- Perguntas realizadas no Jogo da redução.
Figura
8- Respostas aceitas para as perguntas do Jogo da Redução.
Figura
9- Imagens utilizadas para o jogo Certo X Errado.
Figura
10- Foto de uma das folhas entregues do Jogo Certo X Errado.
Figura
11- Folha de atividade sobre as relações entre os seres vivos.
Figura
12´- Imagem dos níveis de organização dos seres vivos.
Figura 13- Imagens usadas na atividade: Cada um em seu lugar.
Figura
14- Imagens das trincas corretas do Jogo “Agente construtor”.
Figura
15- Fotos de alguns alunos confeccionando as sacolas ecológicas.
Figura
16- Entrega das medalhas aos alunos.
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