segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

REFLEXÕES INDIVIDUAIS PIBID


1. Aspectos positivos e aspectos negativos das vivências no Pibid
Um dos principais pontos positivos é a experiência adquirida em sala de aula, desde o planejamento, a concretização e a análise dos resultados, somam-se conjuntamente com as experiências compartilhadas com os outros bolsistas, ondem ampliam nossas visões e conhecimento. A prática da docência possibilitou conhecer minhas habilidades, compreendendo o papel de um professor, as responsabilidades trazidas para passar o conhecimento aos alunos, como vivenciar a realidade escolar, explorar dinâmicas e a autonomia para realizar as atividades com a turma, enfatizo aqui também as sugestões  e auxílio dos professores do Instituto Federal que me auxiliaram durante o programa.
Como ponto negativo para mim eram os curtos prazos para planejamento, podendo estes estarem programados desde o início, dando um tempo maior para os bolsistas se prepararem, pois muitos assuntos abordados eu não tinha total conhecimento, onde eu tinha que estudar primeiro e transformar meu aprendizado para poder repassar a turma. Outro ponto negativo a falta de recurso, todas as atividades diferenciadas que o bolsista gostaria de realizar era retirado da própria bolsa dele, pois os recursos disponibilizados foram apenas os que tinham sido elaborados pela supervisora para ambos os bolsistas ( que foi o recurso para confecção de banner, onde mesmo com o recurso se tornou-se caro e o plantio de mudas, pois até mesmo para confecções das sacolas foi uma bolsista que conseguiu algumas e não foi disponibilizado a todos).

2. Dificuldades enfrentadas ao longo do projeto e estratégias adotadas para superação
Cada atividade exercida tem seu grau de dificuldade, pois nenhum conhecimento é igual ao outro, assim como nenhuma aula e nenhum aluno são iguais, e a estratégia é a inclusão, ou seja, o professor (bolsista) incluir atividades conforme a necessidade e padrão da turma, elevando assim a qualidade de ensino-aprendizagem.
Uma das maiores dificuldades no início foi aliar a teoria com a prática, pois estudamos vários pensadores e seguimos com aquilo que nos foi ensino, mas dentro da sala de aula tomamos conhecimento que é outra realidade, que nem sempre conseguimos praticar tudo o que almejamos. Cito por exemplo a minha turma do sexto ano, que em uma das aulas eu não tive o domínio sobre ela, digo isso, pois tentei passar o conteúdo tanto no quadro, tanto em leitura, tentei realizar a prática e neste dia nesta aula, não consegui fazer meu proposto, mas percebi que muitas vezes um professor dentro de sala de aula, deixa seu papel e transformando-se em assistencialista, muitas vezes os alunos estão dispersos pros problemas fora da sala de aula e o professor como é um agente ativo dentro da sociedade, consegue transformar e influenciar seus alunos.

3. Contribuições para a formação enquanto licenciando e para o curso

Apropriação do conhecimento adquirido das disciplinas dentro do curso tanto na área quando nas pedagógicas; elaboração de propostas pedagógicas com parâmetros curriculares, tendo como referência o Projeto-Político-Pedagógico da E.M Dom Henrique Gelain, desenvolvimento das teorias colocando em prática com a turma, experiência adquirida dentro da sala de aula, desenvolver uma aprendizagem significativa, tanto com os alunos como para nós bolsistas através de processos contínuos entre a escola, o Instituto Federal e a sociedade, onde utilizamos recursos disponíveis, dentro de atividades específicas, com ações necessárias para poder tornar o conteúdo de Ciências mais que suficiente, explorando nossa formação aplicando com a prática para os alunos.

sábado, 14 de dezembro de 2019

RESENHA DO ARTIGO EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS E DO PLANO DE AULA SOBRE SEXUALIDADE E RESPEITO


Resenha do artigo: Educação sexual nas escolas é menor do que imaginamos e do Plano de aula - Sexualidade e respeito
O artigo Educação sexual nas escolas é menor do que imaginamos é da pesquisadora Mary Neide Figueiró psicóloga e doutora em educação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) onde estuda e pesquisa sobre a educação sexual no Brasil. Ela diz que não chega aos alunos das escolas públicas nem 20% projetos contínuos sobre a educação sexual e que é tratado apenas pontualmente por algumas escolas e que isso ocorre por iniciativas de professoras e não de um programa de ensino de um parâmetro curricular.
Ela ressalta programas que surgiram no ano 2000 como: “Brasil Sem Homofobia”; “Gênero e Diversidade na Escola” e “Saúde na Escola”, que são importantes para os educadores trabalharem sobre a educação sexual abordando aspectos biológicos, culturais e sociais, mas existem impasses, começando pelas secretarias da educação, além de também haver resistência das escolas, pais, professores e da comunidade em si. A autora traz que a falta de conhecimento do tema faz com que os jovens iniciem a vida sexual mais cedo que o normal.
Acredito que a sexualidade é um tabu para os brasileiros pois existem muitas famílias tradicionais, além de algumas abordagens “infringirem” algumas religiões, como ela mesmo fala quando a família fala sobre a educação sexual desde casa, na escola eles irão aprender todos os aspectos envolvidos na sexualidade. De forma geral quando o aluno não tem uma base em casa e se a escola não falar onde ela vai aprender sobre a reprodução, doenças sexuais sem falar que para se trabalhar com isso necessita falar sobre respeito, tolerância e também sobre sentimentos, não tem como separar uma coisa da outra, ainda mais pela diversidade que existe de gêneros.
Por ser psicóloga, a autora entende e enfatiza a importância de ter no currículo escolar a educação sexual, muitos alunos não conversam em casa sobre isso, ficando com dúvidas e procurando informações em locais não apropriados ou que não traz o conhecimento correto, fazendo eles muitas vezes se perderem e criarem uma visão distorcida sobre o assunto.
Estudar sobre a sexualidade envolve vários parâmetros que não nossas escolas não estão aptas para trabalhar, começando pela falta de formadores do tema que consigam trabalhar com os alunos e suas diversidades.
Sobre o plano de aula por Gracieli Dall Ostro Persich, sobre sexualidade e respeito, sendo uma sequência de aula com várias dimensões, ela mobiliza os estudantes com uma notícia, onde a PUC-SP abre banheiro unissex, onde espera pontuar aos alunos que a sexualidade não é só pessoal que envolve outras questões e assim explanar o respeito a diversidade de gêneros impostas socialmente. Discordo de começar o tema com este tipo de notícia, onde ela deveria primeiramente explicar as diferenças de gêneros, porque existem banheiros masculinos e femininos em entidades e em nossa casa utilizamos o mesmo banheiro. Assim ela abordaria o respeito que vêm de casa, a parte pessoal e social.
Ela propõe as atividade em grupos com a leitura do texto o que é sexualidade com destaque de palavras desconhecidas e após uma elaboração de resposta confeccionando-a em um painel ou cartaz e apresentando-o para a turma para a pergunta: Como podemos respeitar a sexualidade de cada pessoa?
 Em nenhuma das atividades ela aborda diretamente as diferenças para então trabalhar de forma ampla com tema, mostrando realmente o respeito com essas diferenças, deixando o aluno interpretar, onde muitos vem com outra visão, ou nem conhecem.
O papel do professor é ampliar conhecimentos e para se tratar de sexualidade não tem como separar o respeito, tem que ser trabalhado junto, porém não colocaria e o plano de aula apresentado em prática, pois existem aspectos mais relevantes a serem tratados, principalmente na forma anatômica, morfologia, doenças, culturas, para uma turma de oitavo ano.

REFERÊNCIAS:
NOVA ESCOLA. Educação sexual nas escolas é menor do que imaginamos. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/15749/educacao-sexual-nas-escolas-e-menor-do-que-imaginamos. Acesso em: 8 dez. 2019.
NOVA ESCOLA. Plano de aula - Sexualidade e respeito. Disponível em: https://novaescola.org.br/plano-de-aula/1873/sexualidade-e-respeito. Acesso em: 8 dez. 2019.

Bolsista: Tatiane Bueno

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

RELATÓRIO ATIVIDADE FINAL PLANTIO DE MUDAS


RELATÓRIO DE APLICAÇÃO DO PLANO DE AULA

ESCOLA Municipal de Ensino fundamental Dom Henrique Gelain
PROFESSORA SUPERVISORA: Carla Cassol
SÉRIE: 6º Ano
DATA: 26/11/2019 à 27/11/2019
HORÁRIO: Terça-feira no 4º período (10h as 10h e 45 min) e Quarta-feira 3º e 4º Período (09h e 15 min às 10h e 45min).
 BOLSISTA: Tatiane Bueno
Sequência didática: Atividade Final-Plantio de Mudas
Atividade: Aplicação da sequência didática final com plantio de mudas com os alunos.
Conteúdo: A importância das flores para a natureza é estudada e caracterizada por diversas funções. Além de serem belas e a maioria cheirosas, alegrando e enfeitando o ambiente em que se encontram, elas servem de fonte de alimentos para muitos animais, como auxiliam atraindo diversos polinizadores para  reprodução de outras plantas, sendo também que muitas ajudam de forma medicinal entre tantos outros benefícios.
Objetivos: Compreender a importância do plantio de mudas através da experiência com a prática.
Específicos:
Aula 1 -Recordar assuntos elencados durante o ano sobre a importância das plantas;
 -Montar vasos recicláveis com garrafas PETS.
Aula 2 - Plantar flores nos vasos recicláveis. -Relatar o aprendizado das aulas ministradas durante o ano.
Recursos didáticos: Quadro-negro, giz, texto impresso, garrafas PETS, mudas de flores, terra, colheres, tesoura.
Metodologia:
26/11/2019 – Para mobilização inicial foi abordados vários temas trabalhados durante o ano que englobassem e enfatizasse a importâncias das flores e plantio de mudas. Posteriormente foi realizado uma leitura de um texto de April Fidler, 2017, disponível https://www.ehow.com.br/importancia-flores-natureza-sobre_264367/.
Após a leitura conforme solicitado antecipadamente que os alunos levassem garrafas PETS para aula, e com o auxílio do Bolsista Andrigo, foi cordato as garrafas ao meio para servir de vasos para o plantio de mudas da aula seguinte.
27/11/2019
Para início da aula fomos ao pátio da escola e foi instruído os alunos a ficarem em trios, onde cada trio com o auxílio das colheres encheram seu vaso de garrafa PET e após fizeram o plantio de mudas de flores, as quais posteriormente o Bolsista Andrigo ficou responsável de pendurá-las como jardim suspenso na tela da escola Dom Henrique Gelain. Após finalizarmos o plantio das mudas de flores voltamos a sala de aula, onde foi pedido para os alunos a entrega de um relatório individual sobre as atividades exercidas durante o ano com o PIBID. Para finalizar a aula foi feito a despedida da turma e entrega de pirulitos as crianças.
Análise dos resultados
No início da mobilização percebeu-se a motivação, afinal quase final das aulas e quando retomado os assuntos abordados a maioria conseguiu contribuir de forma satisfatória com as respostas. Em relação ao planto de mudas, tivemos que mudar a ideia final que era plantar araucárias, mas o dia amanheceu chovendo e para que os alunos não se sujassem e nem a escola foi realizado apenas o plantio de mudas de flores de forma mais prática, utilizando colheres. Em questão do relatório final entregue pelos alunos eles foram bem positivos, onde a maioria demonstrou ter gostado das atividades desenvolvidas durante o programa (PIBID), eles também compararam a prática com os conceitos, elucidaram suas preferências e alguns também falaram que em algumas práticas não gostavam, pois se sujavam, outros fizeram diferenças entre a minha pessoa e a da Professora da disciplina, mas o que mais me marcou foram que todos conseguiram elencar um aprendizado gratificante durante o ano, isso mostra que o objetivo geral foi alcançado.
 ANEXOS

Fonte: OLIVEIRA, 2019.


sábado, 23 de novembro de 2019

RELATÓRIO DO PLANO CURRICULAR SOBRE O DESMATAMENTO

RELATÓRIO DE APLICAÇÃO DO PLANO DE AULA

ESCOLA Municipal de Ensino fundamental Dom Henrique Gelain
PROFESSORA SUPERVISORA: Carla Cassol
SÉRIE: 6º Ano
DATA: 05/11/2019 à 20/11/2019
HORÁRIO: Terça-feira no 4º período (10h as 10h e 45 min) e Quarta-feira 3º e 4º Período (09h e 15 min às 10h e 45min).
 BOLSISTA: Tatiane Bueno
Sequência didática: Higiene
Atividade: Aplicação da sequência didática do tema curricular sobre o desmatamento.
Conteúdo: Os desmatamentos vêm sendo um dos mais graves problemas ambientais enfrentados, pois além de desequilibrar o meio, invade recursos naturais podendo levar a extinção de espécies e perca da biodiversidade. Neste contexto a importância de identificar e conhecer as causas e consequências que este problema traz ao meio ambiente afetando todos os seres vivos. Foram abordados as causa, consequências e soluções para o desmatamento.
Objetivos: Analisar os impactos que o desmatamento e as queimadas vêm causando ao meio ambiente.
Específicos:
-Conhecer as causas do desmatamento.
-Identificar as consequências causadas pelo desmatamento.
-Propor soluções que amenizem, e até impeçam o problema.
-Empregar o conhecimento adquirido .
Recursos didáticos: Quadro-negro, giz, folhas A4, imagens e reportagens. Metodologia:
05/11/2019 – Para mobilização inicial foi indagado aos alunos sobre o desmatamento com as perguntas: Vocês sabem o que é desmatamento? Quais as causas? Quais as consequências?
Após a discussão sobre as perguntar, foi realizado a leitura em conjunto com a turma sobre o tema, Texto segue abaixo:
O desmatamento é um dos mais graves problemas ambientais da atualidade, pois além de devastar as florestas e os recursos naturais, compromete o equilíbrio do planeta em seus diversos elementos, incluindo os ecossistemas, afetando gravemente também a economia e a sociedade. Dessa forma, toda vez que uma área florestal é removida, temos aí uma prática de desmatamento, que também pode ser chamado de “desflorestamento”.
Causas do desmatamento
O desmatamento, embora seja uma ação antrópica (humana), não é feito por acaso. Existem alguns motivos que provocam ou intensificam a ocorrência desse problema, entre os quais, podemos mencionar:
a) Expansão agropecuária: o avanço das áreas agricultáveis e da fronteira agrícola provoca o avanço das atividades humanas sobre o meio natural, fazendo com que áreas inteiras de matas sejam substituídas por pastagens, campos agrícolas ou áreas rurais à espera de valorização financeira.
b) Atividade mineradora: a prática da mineração também é um dos grandes fatores responsáveis pela devastação das florestas, pois áreas inteiras são devastadas para a instalação de equipamentos e atividades de exploração de reservas dos mais diversos minérios, tais como o ouro, a prata, a bauxita (alumínio), o ferro, o zinco e muitos outros.
c) Maior demanda por recursos naturais: há, no mundo, um aumento exagerado do consumismo, com uma maior procura por matérias-primas e, consequentemente, por recursos naturais. Assim, os bens oferecidos pela natureza são explorados cada vez mais intensamente, com destaque para a madeira, o óleo de palma e demais elementos, que, quando retirados, provocam a destruição das florestas.
d) Crescimento da urbanização: com o incremento da urbanização tanto no Brasil como no mundo, as áreas verdes localizadas tanto nas áreas ao redor das cidades quanto dentro dos limites urbanos são removidas para a construção de moradias, empreendimentos, prédios, indústrias e muitos outras formas de intervenção do homem sobre o seu espaço.
e) aumento das queimadas: acidentais ou intencionais, as queimadas criminosas sobre áreas naturais vêm se alastrando, com frequentes notícias a respeito surgindo nos jornais e revistas. Em tempos de estiagem, a vegetação fica mais seca e o fogo alastra-se com maior facilidade, de forma que qualquer faísca, dependendo da localidade, pode provocar uma verdadeira catástrofe.
Consequências do desmatamento
São várias as consequências e impactos gerados pelo desmatamento, haja vista que a intervenção do homem sobre o meio natural fatalmente acarreta desequilíbrios. Dentre tais problemas, podemos citar:
a) Perda da biodiversidade: com a destruição das florestas, o habitat natural de muitas espécies torna-se escasso ou inexistente, contribuindo para a morte de muitos animais e até mesmo a extinção dos tipos endêmicos, aqueles que só se encontram em localidades restritas. Tal configuração traz problemas para a cadeia alimentar e pode impactar até atividades econômicas, tais como a caça e a pesca.
b) Erosão dos solos: sem as árvores, o solo de muitas localidades fica desprotegido, sendo facilmente impactado pela ação dos agentes erosivos, tais como a água das chuvas e dos rios, além de outros elementos. Com a consequente erosão, ocorre a perda de muitas áreas.
c) Extinção de rios: a remoção das florestas provoca a destruição, em alguns casos, de nascentes que alimentam os rios. Além disso, as áreas de encosta, nas margens dos cursos d'água, sofrem com o aumento da erosão, o que faz com que mais terra e rochas sejam “jogadas” no leito dos rios, o que provoca o seu enfraquecimento.
d) Efeitos climáticos: o clima e as temperaturas dependem das condições naturais. Muitas florestas contribuem fornecendo umidade para o ambiente, de forma que a retirada dessas implica a alteração do equilíbrio climático de muitas regiões, isso sem falar na intensificação do efeito estufa.
e) Desertificação: além das erosões, os solos podem sofrer com a ausência da vegetação. Em áreas áridas e semiáridas, pode ocorrer a desertificação, com a perda de nutrientes do solo, além do processo de arenização, que ocorre em regiões de clima úmido e de solos arenosos.
f) Perda de recursos naturais: os recursos naturais, mesmo aqueles renováveis, podem entrar em escassez com o desmatamento. É o caso da água, madeira, além de inúmeras matérias-primas medicinais retiradas a partir do extrativismo vegetal.

Por Me. Rodolfo Alves Pena, Disponível em: 
https://escolakids.uol.com.br/geografia/desmatamento-causas-e-consequencias.htm.
Para finalizar a aula foi pedido aos alunos para a próxima aula trazerem reportagens que vinculassem o desmatamento e três soluções para isso.
20/11/2019
Para realizar a síntese final depois de retomada do tema a turma realizou duas atividades uma com questões sobre o desmatamento e a outra era a montagem de uma árvore, após foi lido as reportagens e soluções que foi dado de tarefa aos alunos e por último foi pedido uma construção de uma tabela para cada um, onde elencassem no mínimos três causas, consequências e soluções para este problema.
Análise dos resultados
No início da mobilização percebeu-se que os alunos já possuíam um conhecimento prévio sobre o assunto, pois ele foi abordado diversas vezes em algumas temáticas do ano, e isso auxiliou para a aula ter êxito. Quando realizamos a leitura verificou-se que alguns alunos possuem dificuldades na oralidade, mas nada que afetasse o conteúdo. Em relação a realização das tarefas e das atividades os resultados foram satisfatórios, pois olhando os cadernos dos alunos observou que todos tiveram compreensão do conteúdo, mostrando isso na confecção das tabelas e realização das atividades propostas. Estas aulas foram mais que satisfatórias pois ressaltou a relação do conteúdo com vários temas abordados em outras aulas, fazendo relembrar um ano de muito aprendizado.
ANEXOS:







Foto das atividades realizadas pelos alunos no caderno.
Fonte: OLIVEIRA,2019.


SEQUÊNCIA DIDÁTICA: PLANTIO DE MUDAS



sexta-feira, 25 de outubro de 2019

RESENHA DO ARTIGO "DESIGUALDADE ENTRE OS GÊNEROS " E DO PLANO DE AULA "IGUALDADE ENTRE OS GÊNEROS


Escola e família reforçam desigualdades de gênero.
Este artigo foi publicado em Priscila Albuquerque Tavares em primeiro de Agosto do ano 2019, doutora em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mestre e bacharel em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). É professora da Escola de Economia de São Paulo, da FGV, pesquisadora na área de Economia da Educação e autora de diversos artigos que avaliam impactos de políticas educacionais no Brasil. A autora traz uma Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio (PNAD) do ano de 2018, onde a diferença em torno de 21% salários femininos abaixo dos masculinos, pondo então a desigualdade profissional que ocorrem entre homens e mulheres. Também relata que as escolhas profissionais são bem distintas, onde cita o exemplo de enfermagem para as mulheres e no ramo de engenharias para os homens. Acredito que as pessoas não podem ser rotuladas por gêneros para se tiver um bom cargo ou para fazer a escolha profissional e sim serem aptas ao trabalho e exercer a função para merecidamente, indiferente de sexo, cor, idade, etc., recebam por ele.
Ela também fala que existem estudos que comprovam que as culturas exercidas em casa e até mesmo na comunidade escolar, influenciam no desempenho e capacidade intelectual das crianças, onde meninos são melhores em matemática e meninas em português. Eu não vejo essa diferença dentro da sala de aula em questão de gêneros e sim do incentivo dos pais e da própria escola nos alunos independente se meninos ou meninas.
Neste artigo também é falado das culturas tradicionais, onde meninos são mais esperados pelas famílias e preferencialmente como primogênitos, abalando geralmente as atitudes, socialização e desvalorizando a autoestima das meninas, onde estas culturas trazem que a mulher é feita para cuidar da casa, dos filhos e dos maridos, enquanto o homem provém da carreira sustentar a casa. As mulheres atualmente são emponderadas, está cada vez mais conquistando o seu espaço, claro que existem muitas diferenças, mas olhando para o passado é pouco que falta estabelecer a igualdade entre os gêneros, porém não é uma tarefa fácil, pois além das culturas tradicionais, também precisa quebrar as culturas silenciadas, ou seja, certas coisas “são para meninos” e outras “são para meninas”. Também não podemos esquecer que muitos homens desempenham papeis intitulados para mulheres, como cozinhar, limpar a casa, cuidar dos filhos, costurar, etc. Eles desempenham tão quanto uma mulher.
Outro fator que este artigo expõe são as escolas, que muitas vezes professores e colegas discriminam por gêneros, tendo maior simpatia com os meninos. A autora traz que os ambientes dificultam as habilidades femininas em diversos pontos, ocasionados pela família e pela escola, inferiorizando-as, e que é de responsabilidade de todos mudarem esse pensamento da sociedade. Acredito que a autoconfiança, só se tenha quando aparado por pessoas em quais confiamos e que nos apoiam, dito isso, qualquer pessoa é capaz de exercer qualquer função sem discriminação de suas capacidades por causa do seu gênero.

Plano de aula: Igualdade entre os gêneros
Plano destinado ao 8º ano do Ensino Fundamental, onde propõe atividades para os alunos de situações que evidenciem a desigualdade de gêneros, fazendo assim identificar e superar estas diferenças, sejam elas biológicas afetivas humanas etc.
O que mais me chamou a atenção é a forma voltada para o diálogo e debate em sala de aula, pois muitos alunos nesta faixa etária não têm com quem falar ou até mesmo têm medo de falar, seja por vergonha entre outras coisas. Este tipo de atividade promove a socialização incita a igualdade dos gêneros, pois todos terão voz e vez de falar sem distinção. Outra atividade também proposta que pode ser utilizada não só para esta série é a construção do mapa da empatia, pois ele traz a visão não só conceitual e procedimental, mas atitudinal englobando uma construção social, com perguntas sucintas, também podendo ficar aberto para mais relatos, seja de experiência, atitudes, etc.
A abordagem do vídeo mostra claramente o quanto à sociedade induz nos estereótipos, pois quando a pessoa é ingênua, não faz comparação e nem desiguala ninguém.
A sistematização final foi uma ideia bem elaborada, pois traz de forma coletiva a construção da sistematização da frase final, ou seja, sem distinção, promovendo a igualdade entre os gêneros.

REFERÊNCIAS:
PERSICH, G.D; GERALDI, A.M; SOUZA, J.M. Plano de aula: IGUALDADE ENTRE OS GÊNEROS. Disponível em: https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2094/igualdade-entre-os-generos. Acessado dia 22/10/2019.
TAVARES, P.A. Escola e família reforçam desigualdades de gênero. Publicado em 01/08/2019. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18143/pesquisas-mostram-como-escola-e-familia-reforcam-desigualdades-de-genero. Acessado dia 22/10/2019.